Ingrid Pit tem uma beleza diferente dos padrões atuais. Sem se esforçar ela arranca suspiros lascivos das mentes masculinas, bem pelo menos da minha sim. A composição desta cena é extremamente erótica: a jovem inocente que aos prantos exibe o seio mordido, a exibição não é total, pois não é na apelação explicita que mora o verdadeiro erotismo; temos também a entrada da grande dama obliqua, Carmilla (Ingrid Pit), que acalma a jovem e revela os pormenores de tudo o que está ocorrendo; a mãe (Kate O’ Mara) assustada e não menos exuberante, mostra-se passiva a sedução de Carmilla.

Carmmila

